Língua portuguesa

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Língua portuguesa

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AVATAR

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29/06/2017

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(TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ – ADMINISTRADOR - UFPR/2013) Assinale a alternativa que apresenta um dito popular que parafraseia o conteúdo expresso no excerto: “Se você está em casa, não pode sair. Se você está na rua, não pode entrar”. “Se correr o bicho pega, se ficar, o bicho come”. “Quando o gato sai, os ratos fazem a festa”. “Um dia da caça, o outro do caçador”. “Manda quem pode, obedece quem precisa”.
(TRF - 3ª REGIÃO - ANALISTA JUDICIÁRIO - FCC/2014 - ADAPTADO) Atenção: Para responder à questão de número 2, considere o texto abaixo. A guerra dos dez anos começou quando um fazendeiro cubano, Carlos Manuel de Céspedes, e duzentos homens mal armados tomaram a cidade de Santiago e proclamaram a independência do país em relação à metrópole espanhola. Mas a Espanha reagiu. Quatro anos depois, Céspedes foi deposto por um tribunal cubano e, em março de 1874, foi capturado e fuzilado por soldados espanhóis. Entrementes, ansioso por derrubar medidas espanholas de restrição ao comércio, o governo americano apoiara abertamente os revolucionários e Nova York, Nova Orleans e Key West tinham aberto seus portos a milhares de cubanos em fuga. Em poucos anos Key West transformou-se de uma pequena vila de pescadores numa importante comunidade produtora de charutos. Despontava a nova capital mundial do Havana. Os trabalhadores que imigraram para os Estados Unidos levaram com eles a instituição do “lector”. Uma ilustração da revista Practical Magazine mostra um desses leitores sentado de pernas cruzadas, óculos e chapéu de abas largas, um livro nas mãos, enquanto uma fileira de trabalhadores enrolam charutos com o que parece ser uma atenção enlevada. O material dessas leituras em voz alta, decidido de antemão pelos operários (que pagavam o “lector” do próprio salário), ia de histórias e tratados políticos a romances e coleções de poesia. Tinham seus prediletos: O conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas, por exemplo, tornou-se uma escolha tão popular que um grupo de trabalhadores escreveu ao autor pouco antes da morte dele, em 1870, pedindo-lhe que cedesse o nome de seu herói para um charuto; Dumas consentiu. Segundo Mário Sanchez, um pintor de Key West, as leituras decorriam em silêncio concentrado e não eram permitidos comentários ou questões antes do final da sessão. (Adaptado de: MANGUEL, Alberto. Uma história da leitura. Trad. Pedro Maia Soares. São Paulo, Cia das Letras, 1996, Maia Soares. São Paulo, Cia das Letras, 1996, p. 134-136) Depreende-se do texto que a atividade de ler em voz alta, conduzida pelo “lector”, permitia que os operários produzissem mais, pois trabalhavam com maior concentração. o hábito de ler em voz alta, levado originalmente de Cuba para os Estados Unidos, relaciona-se ao valor atribuído à leitura, que é determinado culturalmente. os operários cubanos homenagearam Alexandre Dumas ao atribuírem a um charuto o nome de um dos personagens do escritor. ao contratar um leitor, os operários cubanos podiam superar, em parte, a condição de analfabetismo a que estavam submetidos. os charuteiros cubanos, organizados coletivamente, compartilhavam a ideia de que a fruição de um texto deveria ser comunitária, não individual.
(TRF - 3ª REGIÃO - ANALISTA JUDICIÁRIO - FCC/2014 - ADAPTADO) Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo. Foi por me sentir genuinamente desidentificado com qualquer espécie de regionalismo que escrevi coisas como: “Não sou brasileiro, não sou estrangeiro / Não sou de nenhum lugar, sou de lugar nenhum”/ “Riquezas são diferenças”. Ao mesmo tempo, creio só terem sido possíveis tais formulações pessoais pelo fato de eu haver nascido e vivido em São Paulo. Por essa ser uma cidade que permite, ou mesmo propicia, esse desapego para com raízes geográficas, raciais, culturais. Por eu ver São Paulo como um gigante liquidificador onde as informações diversas se misturam, gerando novas interpretações, exceções. Por sua multiplicidade de referências étnicas, linguísticas, culturais, religiosas, arquitetônicas, culinárias... São Paulo não tem símbolos que deem conta de sua diversidade. Nada aqui é típico daqui. Não temos um corcovado, uma arara, um cartão postal. São Paulo são muitas cidades em uma. Sempre me pareceram sem sentido as guerras, os fundamentalismos, a intolerância ante a diversidade. Assim, fui me sentindo cada vez mais um cidadão do planeta. Acabei atribuindo parte desse sentimento à formação miscigenada do Brasil. Acontece que a miscigenação brasileira parece ter se multiplicado em São Paulo, num ambiente urbano que foi crescendo para todos os lados, sem limites. Até a instabilidade climática daqui parece haver contribuído para essa formação aberta ao acaso, à imprevisibilidade das misturas. Ao mesmo tempo, temos preservados inúmeros nomes indígenas designando lugares, como Ibirapuera, Anhangabaú, Butantã etc. Primitivismo em contexto cosmopolita, como soube vislumbrar Oswald de Andrade. Não é à toa que partiram daqui várias manifestações culturais. São Paulo fragmentária, com sua paisagem recortada entre praças e prédios; com o ruído dos carros entrando pelas janelas dos apartamentos como se fosse o ruído longínquo do mar; com seus crepúsculos intensificados pela poluição; seus problemas de trânsito, miséria e violência convivendo com suas múltiplas ofertas de lazer e cultura; com seu crescimento indiscriminado, sem nenhum planejamento urbano; com suas belas alamedas arborizadas e avenidas de feiura infinita. (Adaptado de: ANTUNES, Arnaldo. Alma paulista. Disponível em http://www.arnaldoantunes.com.br). No texto, o autor descreve São Paulo como uma cidade marcada por contrastes de diversas ordens. assinala a relevância da análise de Oswald de Andrade a respeito do provincianismo da antiga São Paulo. critica o fato de nomes indígenas, ininteligíveis, designarem, ainda hoje, lugares comuns da cidade de São Paulo. sugere que o trânsito, com seus ruídos longínquos, é o principal problema da cidade de São Paulo. utiliza-se da ironia ao elogiar a instabilidade climática e a paisagem recortada da cidade de São Paulo.
(PREFEITURA DE SÃO CARLOS/SP – ENGENHEIRO – ÁREA CIVIL – VUNESP/2011 - ADAPTADA) Leia o texto para responder às questões de números 4 e 5. Bolsa rosa, contas no vermelho Não fosse por um detalhe crucial – de onde tirar o dinheiro –, a criação de um regime de aposentadoria para milhões de donas de casa brasileiras de baixa renda até poderia fazer sentido. Há diversos projetos de lei em tramitação na Câmara para reconhecer os direitos das mulheres dedicadas integralmente às tarefas domésticas. Mas eles ignoram o impacto econômico que isso teria nas contas públicas. A deputada Alice Portugal (PT-SC), defensora da criação dessa espécie de bolsa-cor-de-rosa, afirma que “muitas vezes, após 35 anos de casamento, o marido vai embora, e ela (a mulher), que prestou serviços a vida inteira, não tem amparo”. Caso a bondade seja aprovada, haverá custo adicional de 5,4 bilhões de reais por ano. (Exame, edição 988, ano 45, n.º 5, 23.03.2011) (PREFEITURA DE SÃO CARLOS/SP – ENGENHEIRO – ÁREA CIVIL – VUNESP/2011) O tema desse texto é o uso de bolsas cor-de-rosa pelas donas de casa brasileiras. o desamparo das mulheres abandonadas pelos maridos. a falta de dinheiro para pagar salários a mulheres de baixa renda no Brasil. o alto custo das contas públicas brasileiras. o impacto econômico da aposentadoria de donas de casa nas contas públicas.
(PREFEITURA DE SÃO CARLOS/SP – ENGENHEIRO – ÁREA CIVIL – VUNESP/2011 - ADAPTADA) Leia o texto para responder às questões de números 4 e 5. Bolsa rosa, contas no vermelho Não fosse por um detalhe crucial – de onde tirar o dinheiro –, a criação de um regime de aposentadoria para milhões de donas de casa brasileiras de baixa renda até poderia fazer sentido. Há diversos projetos de lei em tramitação na Câmara para reconhecer os direitos das mulheres dedicadas integralmente às tarefas domésticas. Mas eles ignoram o impacto econômico que isso teria nas contas públicas. A deputada Alice Portugal (PT-SC), defensora da criação dessa espécie de bolsa-cor-de-rosa, afirma que “muitas vezes, após 35 anos de casamento, o marido vai embora, e ela (a mulher), que prestou serviços a vida inteira, não tem amparo”. Caso a bondade seja aprovada, haverá custo adicional de 5,4 bilhões de reais por ano. (Exame, edição 988, ano 45, n.º 5, 23.03.2011) (PREFEITURA DE SÃO CARLOS/SP – ENGENHEIRO – ÁREA CIVIL – VUNESP/2011) A frase do texto – “Caso a bondade seja aprovada, haverá custo adicional de 5,4 bilhões de reais por ano.” – indica ironia. respeito. indignação. frustração. aprovação.
(TRF – 4ª REGIÃO – TAQUIGRAFIA – FCC/2010) Considere: Chama-se “situação de discurso” o conjunto das circunstâncias no meio das quais se desenrola um ato de enunciação (seja ele escrito ou oral). É preciso entender com isso ao mesmo tempo o ambiente físico e social em que este ato se dá, a imagem que dele têm os interlocutores, a identidade desses, a ideia que cada um faz do outro (inclusive a representação que cada um possui daquilo que o outro pensa sobre ele), os acontecimentos que precederam o ato de enunciação (especialmente as relações que tiveram antes os interlocutores, e principalmente as trocas de palavras em que se insere a enunciação em questão). (Ducrot, O.; Todorov, T. Dicionário enciclopédico das ciências da linguagem. São Paulo: Perspectiva, 2001, p. 297-8) Segundo o texto, é correto afirmar: A análise discursiva deve se ater ao estudo dos enunciados. Os enunciados produzem a enunciação. A descrição da enunciação é determinada pela identidade dos interlocutores. Dados exteriores aos enunciados são apendiculares à compreensão. O conceito de situação de discurso engloba a enunciação e seu entorno.
(MPE/AM – AGENTE TÉCNICO COMUNICÓLOGO – FCC/2013 - ADAPTADA) Atenção: Considere o poema abaixo para responder às questões de números 7 a 9. O rio Ser como o rio que deflui Silencioso dentro da noite. Não temer as trevas da noite. Se há estrelas nos céus, refleti-las. E se os céus se pejam de nuvens, Como o rio as nuvens são água, Refleti-las também sem mágoa Nas profundidades tranquilas. (Manuel Bandeira. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro. Nova Aguilar: 1993. p. 285) (MPE/AM – AGENTE TÉCNICO COMUNICÓLOGO – FCC/2013) O poeta considera a participação dos seres humanos na natureza, por estarem submetidos a uma série ininterrupta de acontecimentos rotineiros. se volta para o necessário respeito aos elementos da natureza, como garantia de uma vida tranquila, sem sobressaltos inesperados. demonstra desencanto em relação aos problemas cotidianos, por sua habitual ocorrência a exemplo da natureza, sem qualquer solução possível. alude à fatalidade do destino humano sujeito a contínuas alterações, semelhantes às impostas pela natureza a um rio, que flui incessantemente. propõe adaptação às circunstâncias da vida, sejam elas favoráveis ou não, as quais devem ser analisadas e, principalmente, aceitas.
(MPE/AM – AGENTE TÉCNICO COMUNICÓLOGO – FCC/2013 - ADAPTADA) Atenção: Considere o poema abaixo para responder às questões de números 7 a 9. O rio Ser como o rio que deflui Silencioso dentro da noite. Não temer as trevas da noite. Se há estrelas nos céus, refleti-las. E se os céus se pejam de nuvens, Como o rio as nuvens são água, Refleti-las também sem mágoa Nas profundidades tranquilas. (Manuel Bandeira. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro. Nova Aguilar: 1993. p. 285) (MPE/AM – AGENTE TÉCNICO COMUNICÓLOGO – FCC/2013) Considere as afirmativas abaixo: I. O poema se desenvolve em forma de mandamentos, especialmente em razão do emprego de formas verbais de infinitivo. II. Percebe-se corretamente uma atmosfera onírica nos versos que deflui / Silencioso dentro da noite, em oposição à realidade mostrada em E se os céus se pejam de nuvens. III. O verso Como o rio as nuvens são água introduz comparação que corrobora a visão exposta no poema. Está correto o que se afirma APENAS em I e II. I e III. II II e III. III.
(MPE/AM – AGENTE TÉCNICO COMUNICÓLOGO – FCC/2013 - ADAPTADA) Atenção: Considere o poema abaixo para responder às questões de números 7 a 9. O rio Ser como o rio que deflui Silencioso dentro da noite. Não temer as trevas da noite. Se há estrelas nos céus, refleti-las. E se os céus se pejam de nuvens, Como o rio as nuvens são água, Refleti-las também sem mágoa Nas profundidades tranquilas. (Manuel Bandeira. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro. Nova Aguilar: 1993. p. 285) (MPE/AM – AGENTE TÉCNICO COMUNICÓLOGO – FCC/2013) O emprego de ser no 1º verso indica aproximação do sentido do infinitivo histórico ou narrativo. suavização de uma ordem imprescindível. substituição do imperativo, mantendo-se a noção de ordem. intenção de evidenciar o sujeito oculto da ação verbal. destaque do agente da ação verbal, para evitar ambiguidade.
(INSS – CIÊNCIAS CONTÁBEIS – FUNRIO/2013) Conhecido comercial da tevê fala de uma “cerveja que desce redondo”. O sentido atribuído à palavra “redondo” refere-se à mesa do bar que aparece no cenário dos comerciais de cerveja. à própria cerveja que pode ser assim considerada em sentido denotativo. ao ato de descer facilmente, que, nesse caso, significa escorrer pela garganta. ao líquido da bebida, que toma o formato arredondado da garrafa que o contém. ao pronome relativo empregado na frase, para substituir o termo cerveja.
(INSS – CIÊNCIAS CONTÁBEIS – FUNRIO/2013) O jornal O Globo de 25/10/2011 deu a seguinte notícia: “A vitória avassaladora da Presidente argentina pode abrir caminho para que Cristina Kirchner avance com projetos cada vez mais polêmicos, entre eles o de uma reforma constitucional que incluiria a possibilidade de reeleição indefinida, atitude negada por ela durante a campanha.” Considerando apenas os dados disponíveis no texto, pode-se fazer a seguinte interpretação da notícia: A maneira pela qual se deu a vitória de Cristina Kirchner talvez sirva como argumento para uma possível reforma constitucional. Cristina Kirchner pretende aprovar a possibilidade de reeleição indefinida, embora essa atitude contrarie o que foi dito durante a sua campanha eleitoral. Para dar sequência a projetos de reforma, impõe-se que Cristina Kirchner abra os caminhos criados por sua vitória nas urnas. Depois de eleita, Cristina Kirchner ameaça a sociedade argentina com uma polêmica reforma constitucional que vai de encontro com a liberdade de imprensa. Por conta do procedimento autoritário de Cristina Kirchner, a reeleição presidencial pode ser colocada em discussão após sua vitória.
(METRÔ/SP – ENGENHEIRO JÚNIOR CIVIL – FCC/2012) Sobre a frase “As minhocas, que não conhecem civilização, queixam-se quando as arrancamos da terra” é correto afirmar que a supressão das vírgulas alteraria o sentido do que se diz, restringindo o alcance do termo minhocas. o pronome “as” deverá ser substituído por lhes, caso venhamos a empregar desenterramos, em vez de arrancamos da terra. o segmento que não conhecem civilização expressa um efeito da ação indicada em quando as arrancamos da terra. a construção quando as arrancamos resultará, na transposição para a voz passiva, em quando as temos arrancado. As minhocas (...) queixam-se é construção que exemplifica um caso de voz passiva, equivalente a Vendem-se casas.
(MPE/RO – ANALISTA – AUDITORIA – FUNCAB/2012 - ADAPTADA) (...) As pesquisas indicam, em essência, um caminho: graças à vontade política dos governantes locais, em nenhum outro lugar da Índia se investiu tanto na educação das mulheres. Uma ação que enfrentou a rotina da marginalização. Na Índia, por questões culturais, se propagou o infanticídio contra meninas, praticado pelos próprios pais.(...) A que se refere a expressão UMA AÇÃO? vontade política. governantes locais. pesquisas feitas em Kerala. investimento na educação das mulheres. o infanticídio contra meninas.
(MPE/RJ – ANALISTA PROCESSUAL – FUJB/2011) TEXTO 1 “O dia 12 de junho é reservado ao combate ao Trabalho Infantil. A data, designada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 2002, e endossada pela legislação nacional, Lei n. 11.542, em 2007, visa chamar a atenção das diferentes sociedades para a existência do trabalho infantil, sensibilizando todos os povos para a necessidade do cumprimento das normas internacionais sobre o tema, em especial as Convenções da OIT 188, de 1973, e 182, de 1999, que tratam, respectivamente, da idade mínima para o trabalho e as piores formas de trabalho infantil. (Trabalho infantil, Marcelo Uchôa) Depreende-se do texto 1 que o dia 12 de junho: é data marcada pela OIT para a comemoração da existência do trabalho infantil; pretende ser identificado como o dia em que se começou a combater o Trabalho Infantil; assinala a preocupação brasileira com a existência do trabalho infantil em suas piores formas; indica uma data simbólica para que os povos despertem para os problemas decorrentes do trabalho infantil; foi criado pela legislação brasileira, com o apoio da OIT, para que se combatam os males do trabalho infantil.
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