pra tirar o 10

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pra tirar o 10

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é a ultima

Author:
opidee
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Creation Date:
10/06/2019

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É O aquecimento da peça até acima da zona crítica, seguido de um resfriamento rápido em água, óleo, TEMPERA REVENIDO RECOZIMENTO GRANULAÇÃO GROSSEIRA.
QUAIS os dois fenômenos que ocorrem a temperaturas elevadas: o crescimento dos grãos e a recristalização tempera e recristalização tempera e recozimento GRANULAÇÃO GROSSEIRA e tempera.
O crescimento dos grãos pode também ser estimulado por certas impurezas tais como o silício e o fósforo, quando em teores mais altos do que os habitualmente tolerados. verdadeiro falso.
torna o material quebradiço porque a coesão entre os grãos é afetada pela concentração de impurezas nos seus contornos e, com aumento da granulação há um aumento dessa concentração devido à diminuição da área desses contornos. A granulação grosseira a tempera o revenido o recozimento.
Pelo resfriamento (como já foi dito anteriormente) os grãos de austenita transformam-se em grãos de. perlita e ferrita ou de cementita perlita e magnetita ou austenita ferrita e quebradiço.
O crescimento dos grãos pode também ser estimulado por certas impurezas tais como o silício e o fósforo manganes e mercurio fosforo e manganes silicio e o enxofre .
os aços de igual composição, os de grãos mais finos possuem melhores propriedades mecânicas. verdadeiro falso.
quanto mais alta a temperatura ou mais longo o tempo de aquecimento maior o tamanho dos grãos. verdadeiro falso.
Um aço superaquecido, isto é, que apresenta granulação grosseira, pode ser “regenerado”, isto é, pode retornar sua granulação normal, mediante tratamentos térmicos adequados. Mas no aço “queimado” sua regeneração não é mais possível, verdadeiro falso.
o superaquecimento, ocorreu a temperaturas vizinhas da linha SOLIDUS. O aço torna-se quebradiço, apresentando, às vezes, oxidação nos contornos dos grãos: o aço então diz-se queimado forjado encruado laminado.
trabalhos mecânicos realizados a quente. forjamento, laminação encruamento laminação martelamento e encruamento forjamento e encruamento.
O aço pode, ser deformado sucessivamente sem perder suas propriedades plásticas sim não.
O aço pode, ser deformado sucessivamente sem perder suas propriedades plásticas. Como no decorrer das operações a peça vai resfriando, é preciso que a temperatura de aquecimento seja inicialmente de ...........................acima do limite superior da zona crítica do aço que se está trabalhando 200º a 300ºC 800º a 900ºC 250º a 350ºC 300º a 500ºC .
Os trabalhos mecânicos realizados a frio, isto é, a temperaturas abaixo da zona crítica e especialmente à temperatura ambiente, deformam os grãos do metal que permanecem nesse estado. Diz-se, então, que o material está .... encruado solidificado maleavel tipo casca de laranja.
Há casos em que se encrua propositadamente os aços para tirar proveito de certas qualidades que possuem nesse estado, principalmente dureza permitem elevar a tensão admissível de 1200 para 1700 kg/cm2), principalmente, fios de aço de alto teor de carbono chamados “cordas de piano” empregados como tirantes, que chegam a resistir à tração de 30000kg verdadeiro falso.
quais os TRATAMENTO TÉRMICO DO AÇO CARBONO martelamento, têmpera e revenido recozimento,laminação e revenido recozimento,estiramento e revenido recozimento, têmpera e revenido.
consiste no aquecimento do aço até acima da zona crítica, seguido de um resfriamento lento (dentro do forno) recozimento tempera revenido laminação.
visa-se com esse tratamento restituir ao material suas propriedades normais que foram alteradas por um tratamento mecânico ou térmico anterior.ou ainda refinar texturas brutas de fusão, aumentando o tamanho dos grãos, deixando o material com maior ductilidade, facilitando o trabalho de usinagem, porém o mesmo fica mais quebradiço. recozimento revenido tempera.
Seu objetivo é, em geral, aumentar a dureza do aço e tornar mais elevado o seu limite de escoamento e sua resistência à tração, à compressão e ao desgaste. A resistência elétrica também se eleva tempera revenido recozimento.
A têmpera dá ainda aos aços duros a faculdade de manter melhor o magnetismo, isto é, conservar-se imantado mais fortemente, depois de submetido a um campo magnético. Por isso, são de aço temperado os imãs permanentes, as agulhas das bússolas verdadeiro falso.
consiste em reaquecer a peça temperada até uma temperatura conveniente, abaixo da zona crítica, e esfriá-la novamente. É praticado com o intuito de corrigir certos defeitos da têmpera, quando se manifesta uma dureza, ou fragilidade, excessivas ou quando se receiam tensões internas perigosas. diminuem-se progressivamente a dureza, o limite de resistência, o limite de escoamento, mas aumenta o alongamento, a estrição e a resistência ao choque. revenido tempera recozimento.
apaga, por assim dizer, as texturas resultantes de tratamentos térmicos ou mecânicos anteriormente sofridos pelo material porque, ao se passar pela zona crítica, este se recristaliza sempre sob a forma de grãos normais de austenita, qualquer que seja a textura que apresente antes de atingir a referida zona, no aquecimento tempera recozimento revenido.
É preciso que as peças sejam aquecidas quando possível, uniformemente e que, acima da zona crítica não fiquem partes da peça a temperaturas muito mais altas que outras. O aquecimento ou resfriamento desigual pode entortar as peças. verdadeiro falso.
Para cada teor de carbono existe uma temperatura a mais adequada, que é da ordem de 50ºC acima do limite superior da zona crítica 100ºC acima do limite superior da zona crítica 80ºC abaixo do limite superior da zona crítica 50ºC abaixo do limite superior da zona crítica.
no recozimento Tempo de permanência para cada centímetro de espessura da peça. 20 minutos 10 minutos 15 minutos 50 minutos.
Esfriamento lento, Esse esfriamento deve ser tanto mais lento quanto maior for o teor de carbono. Os aços de baixo teor de carbono, cerca de 0,3%, podem ser esfriados ao ar tranquilo; verdadeiro falso.
Casos em que o recozimento é necessário Peças de aço fundido devem ser recozidas pois apresentam uma granulação grosseira. O recozimento modifica a textura do aço com uma cristalização mais fina, trazendo, portanto, sensível melhora às propriedades da peça Em todos os casos em que o aço se ache encruado e que não se tenha em vista aproveitar esse encruamento, deve ser recozido verdadeiro falso.
marque as verdadeiras O aquecimento ou esfriamento desigual das peças pode entortá-las; Temperaturas excessivas ou longa permanência às altas temperaturas produzem granulação grosseira (superaquecimento) O aquecimento até dentro da zona crítica conduz a texturas em que a perlita toma um aspecto característico com aparência de esboroamento; Aquecimento em meio oxidande.
O recozimento com esfriamento ao ar denomina-se normalização encruamento recozimento tempera.
obtém-se comumente uma granulação mais fina do que com o esfriamento no forno. a dureza, bem como os limites de escoamento e resistência, são um pouco mais elevados do que no estado plenamente recozido, ao passo que o alongamento e a compressão sofrem ligeira diminuição. normalização recozimento tempera.
O efeito da normalização é tanto mais intenso, quanto maior o teor da carbono e o de manganês e quanto menor a espessura da peça verdadeiro falso.
Essa transformação em perlita é conseqüência da ocorrência simultânea do fenômeno de separação de ferrita numa austenita com 0,8% de carbono, com precipitação de cementita, na mesma austenita , devido à super-saturação em carbono verdadeiro falso.
PRINCÍPIOS DE TRATAMENTOS TÉRMICOS COM RESFRIAMENTO BRUSCO acontece dois fenômenos são. 1º. Separação da ferrita, ou da cementita, durante a travessia da zona crítica; e 2º. Transformação da austenita remanescente, com 0,8% de C, em perlita lamelar, ao ser atingida a linha inferior da zona crítica verdadeiro falso.
Se apressarmos o resfriamento, verificaremos Que para velocidade de resfriamento ainda maiores, não ocorre transformação em perlita, e em temperaturas mais baixas se forma um constituinte denominado MARTENSITA PERLITA CEMENTITA AUSTENITA.
uma solução sólida super-saturada e metaestável de carbono em ferro alfa que, devido a essa super-saturação, se apresenta com uma estrutura TETRAGONAL DE CORPO CENTRADO, e não cúbica de corpo centrado MARTENSITA AUSTENITA FERRITA CEMENTITAS.
É o tratamento por resfriamento contínuo que promove a transformação da austenita em martensita TEMPERA REVENIDO RECOZIMENTO MARTELAMENTO.
TÊMPERA É o tratamento por resfriamento contínuo que promove a transformação da austenita em martensita, em temperatura situada no intervalo DE 350º – 200ºC 350º – 800ºC 550º – 200ºC 650º – 200ºC.
A diferença entre a temperatura, da superfície e a do núcleo, no momento de entrada no campo de formação de martensita, pode ser eliminada interrompendo-se o resfriamento por alguns segundos a uma temperatura pouco acima de 350ºC. VERDADEIRO FALSO.
MARQUE AS VERDADEIRA os aços altamente ligados temperam sem que seja necessário um resfriamento rápido. Aços de baixo teor de carbono, embora dêem uma textura martensítica na têmpera, amolecem A espessura da parte endurecida recebe o nome de profundidade de endurecimento As precauções tomadas no aquecimento são as mesmas do recozimento.
As peças a serem temperadas podem ser aquecidas em.......É O processo mais usado, fornos de mufla cubilo auto forno fogão.
As peças a serem temperadas podem ser aquecidas em fornos de mufla que é o processo mais usado, ou em banhos de chumbo ou de sais. niquel cromo chuveiro.
O chumbo permite aquecimento até 870ºC, com uma velocidade quatro vezes superior aos sais. Com os sais, pode-se fazer aquecimentos até 1300ºC verdadeiro falso.
Os sais mais empregados são cloreto de sódio carbonato de sódio cloreto de bário cloreto de amonia.
marque as verdadeiras Quando se temperam aços, principalmente os com mais de 0,9% de carbono, de temperaturas muito elevadas, o material torna-se excessivamente duro e quebradiço devido ao excesso de carbono que entra em solução na austenita. Esses tratamentos dão martensita grosseira. ão vários os líquidos usados, conforme a velocidade de resfriamento desejada: I) Água e solução aquosa de sais, ácidos, alcális ou glicerina; II) Óleos minerais, vegetais ou animais; e III) Chumbo fundido ou sais fundidos.
são vários os líquidos usados, conforme a velocidade de resfriamento desejada: Água e solução aquosa de sais, ácidos, alcális ou glicerina; Óleos minerais, vegetais ou animais Chumbo fundido ou sais fundidos areia verde.
marque as verdadeiras As soluções de cloreto de sódio acima de 10% não são recomendadas. As soluções de soda são igualmente usadas em concentrações baixas. Dão às peças uma cor clara e não as enferrujam. As soluções de glicerina fornecem banhos de têmpera intermediários entre a água simples e o óleo. Os óleos são meios de têmpera em geral brandos, empregados quando há perigo de empenamento, trincas, tensões internas excessivas.
marque a verdadeira Há separação de ferrita, ou de cementita, na zona crítica, conforme se trate de aço hipoeutetóide ou hipereutetóide. resfriamentos bruscos transformam a austenita em uma solução supersaturada de carbono no ferro alfa. Esta textura toma o nome martensita e se revela ao microscópio de modo característico.
separação do ferro alfa e do carboneto sob a forma de uma textura lamelar ultrafina que toma o nome de trostita trostoperlita cementita ferrita.
textura lamelar da troostita só pode, porém, ser verificada pelo microscópio eletrônico, com ampliação superior a 3000 vezes verdadeiro falso.
A textura de todos os aços com mais de 0,3% de carbono, cujo resfriamento atravessa essas regiões, será, pois troostita, bainita e martensita ferrita, perlita e cementita austenita, trostoperlita.
As texturas mistas, nas quais há regiões com texturas lamelares discerníveis e outras indiscerníveis ao microscópio comum, chamamos de troosto-perlita cementita ferrita trostita.
Os aços doces e extra-doce não endurecem pela têmpera e os valores obtidos são também muito variáveis. verdadeiro falso.
Os aços temperados dentro da zona crítica não apresentam grande interesse prático, porque a dureza atingida é menor e em geral irregular. verdadeiro falso.
é a capacidade de armazenar energia na fase de deformação elástica resiliência martensita trostita.
ligar Castanho escuro Rubro cereja Rubro cereja claro Rubro muito claro Branco Púrpura Violeta.
É o tratamento por resfriamento contínuo que provoca a transformação da austenita num produto constituído por perlita associada, Recozimento Normalização tempera.
É o tratamento por resfriamento contínuo que provoca a transformação da austenita num produto constituído por perlita final associada ou não normalização recozimento.
É o tratamento por resfriamento contínuo que promove a transformação da austenita em martensita, em temperatura situada no intervalo 350º – 200ºC tempera revenido.
É o tratamento que visa corrigir parte das profundas mudanças causadas pela têmpera, restituindo ao aço, grande parte das propriedades perdidas sem afetar muito aquelas objetivadas pela têmpera. revenido tempera recozimento.
O revenido começa a atuar de maneira perceptível somente acima de 150ºC verdadeiro falso.
constituída de pequeninas partículas de cementita, geralmente tendendo para a forma esferoidal, sobre um fundo de ferro alfa, isto é, de ferrita. textura característica denominada sorbita, textura característica denominada ferrita, textura característica denominada cementita, textura característica denominada trostita,.
é uma solução sólida metaestável e super-saturada de carbono num retículo de ferro tetragonal martensita ferrita trostita.
Sendo uma solução super-saturada, ela tem tendência a precipitar o excesso de carbono e se transformar em ferro alfa. Essa separação do carbono que se dá na forma de carboneto, ocorrem em vários estágios. primeiro estágio segundo estágio terceiro estágio.
Para os aços carbono, os valores entre duas primeiras curvas podem provir dos seguintes tratamentos têmpera branda têmpera dentro da zona crítica têmpera com tempo insuficiente de aquecimento têmpera e revenido normalização encruamento .
Quando a temperatura de revenido se aproxima muito da zona crítica e permanece muitas horas na sua vizinhança, as pequenas partículas de cementita agrupam-se em partículas maiores, formando glóbulos de cementita, facilmente visíveis ao microscópio. Diz-se então que a cementita está coalescida ou esferoidizada. encruada.
chega a reduzir a dureza do aço, às vezes, a quase metade da que possui no estado recozido. COALESCIMENTO RECOZIMENTO RESFRIAMENTO LENTO.
Alterações que um aço comum, meio doce, com textura martensítica, sofre quando aquecido à temperatura até acima da zona crítica TEMPERATURA AMBIENTE ESTRUTURA SORBITICA SORBITA NA ZONA CRITICA ACIMA ZONA CRITICA.
é denominado aço 18-4-1, em cujo composição entram 18% de tungstênio, 4% de cromo e 1% de vanádio. AÇOS RAPIDO CARBONO CROMO.
que não são aços, mas pó de carboneto de tungstênio duríssimo, aglomerado por meio de cobalto por sintetização (processo especial na “metalurgia de pó”) WIDIA, CARBOLOY, MITIA AÇOS RAPIDOS.
O aço acima da zona crítica, além de dissolver no estado sólido mais carbono, tem também a propriedade de absorver este último em contato com substâncias capazes de cedê-lo (cementos). Cementação AÇOS RÁPIDOS AUSTENITA.
Na cementação pelo carbono empregam-se em geral, cementos sólidos; mas quando se visa a introduzir no aço também o nitrogênio, ou somente este, empregam-se cementos líquidos (cianetos fundidos), gases carbonetantes ou nitretantes. Os cementos sólidos são constituídos geralmente de carvão de madeira moído, VERDADEIRO FALSO.
Um cemento simples citado na literatura técnica e freqüentemente tomado para termo de comparação, é o conhecido por cemento de, cuja composição é de 40% de carbonato de bário e 60% de carvão vegetal. CARON CEMENTAÇÃO CO2.
NA CEMENTAÇÃO O teor mais conveniente a atingir junto à superfície é o eutetóide (0,8%) VERDADEIRO FALSO.
NA CEMENTAÇÃO TORNA O AÇO COM SUPERFÍCIE DURA E NUCLEO TENAZ VERDADEIRO FALSO.
A penetração do carbono é habitualmente de cerca de 1mm, e convém que a passagem da camada cementada para a parte subjacente seja o quanto possível gradativa. VERDADEIRO FALSO.
tempera a peça em mais ou menos 900ºC e depois reaquecê-la até uma temperatura mais baixa, 770ºC DUPLA TEMPERA tempera revenido.
um revenido a 180ºC para o alívio de tensões. Esse tratamento diminuirá muito pouco a dureza da camada cementada. verdadeiro falso.
Consiste em aquecer as peças de aço em forno adequado, no qual é injetado amônia (gás). A temperatura conveniente é de 500 a 550ºC e sua duração é da ordem de dias (40 a 90 h) Nitretação cementação revenimento.
nitretação; Os aços que melhor se prestam a esse tratamento são conhecidos por NITRALLOY STEELS nitrogenio aços rapidos.
Peças nitretadas conservam sua alta dureza mesmo depois de terem sofrido aquecimento da ordem de 500ºC, mas perdem-na a temperaturas mais elevadas. Só uma nova nitretação lhes restitui a dureza perdida. verdadeiro falso.
A nitretação tem o inconveniente de formar uma camada muito delgada (apenas cerca de 0,5mm para um tratamento de 40 horas) verdadeiro falso.
É praticada mergulhando as peças em sais fundidos contendo cianetos, como o de sódio por exemplo, a temperaturas entre 850 e 900ºC Cianetação cementação.
é a denominação genericamente usada para os tratamentos térmo-quimicos que visam o endurecimento superficial das peças, cementação nitretação coalecimento revenido.
quais os tipos de cementação Cementação sólida ou em caixa Cementação Líquida Cementação Gasosa Cementação por cimento.
ementação sólida ou em caixa A cementação sólida, tem a duração de 12 a 24 horas e emprega os cementos que se seguem: Cianeto; Cianureto de Potássio Prussiato de Potássio Carvão Vegetal, Misturado com Coque.
A cementação líquida, tem a duração de 10 a 15 minutos e o cemento usado é o cianeto de sódio Cianureto de Potássio monóxido de carbono.
Na cementação gasosa, usa-se o. monóxido de carbono. Cianeto cianeto de sódio.
Essa etapa consiste em construir um modelo com o formato aproximado da peça a ser fundida. Esse modelo vai servir para a construção do molde e suas dimensões Confecção do modelo Confecção do molde Confecção dos machos Fusão.
é o dispositivo no qual o metal fundido é colocado para que se obtenha a peça desejada. Ele é feito de material refratário composto de areia e aglomerante. Confecção do molde Confecção do modelo Confecção dos machos.
um dispositivo, feito também de areia, que tem a finalidade de formar os vazios, furos e reentrâncias da peça. Eles são colocados nos moldes antes que eles sejam fechados para receber o metal líquido Confecção dos machos Confecção do molde Confecção do modelo.
é o enchimento do molde com metal líquido. fusão vazamento desmoldagem.
Após determinado período de tempo em que a peça se solidifica dentro do molde, e que depende do tipo de peça, do tipo de molde e do metal (ou liga metálica), ela é retirada do molde (desmoldagem) manualmente ou por processos mecânicos. desmoldagem vazamento fusão.
é a retirada dos canais de alimentação1, massalotes2 e rebarbas que se formam durante a fundição. Ela é realizada quando a peça atinge temperaturas próximas às do ambiente rebarbação limpeza moldagem.
necessária porque a peça apresenta uma série de incrustações de areia usada na confecção do molde. Geralmente ela é feita por meio de jatos abrasivos limpeza rebarbação moldagem.
é uma espécie de reserva de metal que preenche os espaços que vão se formando à medida que a peça vai solidificando e se contraindo massalote granulação molde.
é um dos processos mais antigos no campo de trabalho dos materiais e data de aproximadamente 4000 ac fundição forjamento.
o processo consiste da obtenção de objetos, na forma final, vazando metal líquido ou viscoso em um molde preparado. Desta forma, a peça fundida é o produto obtido quando o líquido ou o metal viscoso se solidifica fundição forjamento encruamento.
é capaz de produzir formas complexas (interna ou externamente) em um único componente fundição forjamento.
permite distinguir os vários processos de fundição. Estes são classificados da seguinte maneira: fundição por gravidade, fundição sob pressão, fundição por centrifugação e fundição de precisão moldagem rebarbação vazamento desmoldagem.
processos de fundição são classificados da seguinte maneira por gravidade, sob pressão por centrifugação de precisão.
Dentre alguns processos por gravidade,pode-se citar fundição por areia, processo CO2, processo de moldagem plena, fundição de precisão e molde cerâmico.
Os moldes são feitos de areia e após a fundição a areia pode ser reaproveitada, podendo chegar a um índice de 98% de reaproveitamento verdadeiro falso.
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