Mestranca cap 4 e 5

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STADISTICS
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Title of test:
Mestranca cap 4 e 5

Description:
Safa onça

Author:
MR3
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Creation Date:
11/07/2019

Category:
Others
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Content:
Deveres do mestre quando o navio demandar o fundeadouro certifica-se que o ferro nao está preso no escovém informar-se do chemaq qual ferro deve estar pronto para largar fazer com que os operadores de patola , maquina de suspender guarneçam sem usar luvas, capacetes e oculos de proteção pedir ao comando para parar maquina.
Manobra de lançar uma âncora ao fundo para com ela manter o navio seguro por meio de sua amarra. Amarração fixa amarrar pela popa funder o navio amarrar na boia.
Quantas são as maneiras de largar o ferro. 4 3 2 1.
Oque deve ser verificado na primeira fase (ao toque de postos de fundear) de largar o ferro por uma das boças da amarra. Soltar todas as boças da amarra, menos uma a mais proxima do escovém certifica-se de que a maquina de suspender está engrazada e o freio mecânico está aberto dar a voz de "largar o ferro" informar-se do comando a velocidade do navio.
Oque deve ser verificado na terceira fase (largar o ferro) de largar o ferro por uma das boças da amarra. o homem não lança a boia de arrinque o mais próximo do costado ao correr a amarram, dar ao comando informações sobre o filame e a posição da amarra em relação ao navio o operador aperta o freio mecanico engraza-se a maquina de suspender.
Oque deve ser verificado na quarta fase (volta aos de postos de fundear) de largar o ferro por uma das boças da amarra. aperta-se o freio mecânico, aboça-se a amarra e fecha-se o mordente. engraza a maquina de suspender deixa o ferro portando por uma boça todas estã erradas.
Oque deve ser feito na preparação para suspender Nada içar lancha, a escada de portaló o pau de surriola, caso tenha sido usado providenciar com o cheint picado para o pessoal de bordo lançar a lancha, a escada de portaló e o pau de surriola.
A operação de suspender o ferro compõe-se de 3 fases distintas quais são elas recolher o excesso de amarra, arrancar a âncora do fundo e içar o ferro içar o ferro, recolher o excesso de amarra e arrancar a âncora do fundo arrancar a âncora do fundo, içar o ferro e recolher o excesso de amarra recolher o excesso de amarra, içar o ferro e arrancar a âncora.
Quando a direção da amarra é paralela ou aproximadamente paralela ao estai de vante do mastro amarra a pique amarra a pique de estai amarra dizendo para BB amarra dizendo para vante.
Quando a direção da amarra é perpendicular á superficie da água amarra da pique de estai amarra dizendo para vante amarra a pique amarra dizendo para BB ou BE.
Quando o ferro deixa o fundo, oque se verifica por ficar a amarra a pique ferro a olho arrancou ferro pelos cabelos ferro em cima.
Quando surge o anete do ferro á superficie da água ferro a olho ferro em cima ferro pelos cabelos ferro no escovém.
Quando a cruz do ferro está saindo da água ferro a olho ferro em cima ferro pelos cabelos ferro em cima.
Quando o aneto do ferro chega ao escovém ferro em cima ferro a olho ferro no escovém ferro pelos cabelos.
Quando o ferro está alojado no escovém ferro em cima ferro no escovém ferro pelos cabelos ferro a olho.
Consiste em depois de fundeado o navio, largar a outra âncora até encostar no fundo fundeio pela popa fundeio pela proa fundeio a pé de galo fundeio na boia.
É como se diz quando o navio é levado pelo vento, mare ou correnteza arrastando pelo fundo sua âncora rabear garra matroca a tona.
É como se diz quando o navio segue com correnteza sem arrastar sua âncora ou amarra a garra a tona garra fundeado.
Se o fundeadouro não inspira confiança ou e desabrigado oque deve ser feito durante a noite deixar um vigia da amarra nada deixar um vigia de popa deixar de agarra.
Em profundidades de mais de 20metros oque deve ser feito com o ferro antes de larga-lo arriar um pouco de amarra pela boça arriar um pouco de amarra pelo cabrestante largar o ferro sem fazer nada deixar o ferro portando por uma boça.
Qual o ferro geralmente largado na manobra de amarrar o navio sotavento barlavento ferro de BB ferro de BE.
Na manobra de amarrar o navio qual e o nome do ângulo formado pelas duas amarras ângulo da amarra ângulo do filame abertura angular ângulo do ferro.
Na manobra de amarrar o navio qual é o ângulo ideal que a amarra deve ficar 120 90 60 45.
Qual é o emprego da amarração pela proa em qualquer fundeadouro quando determinado pelo comandante em ancoradouros restritos quando o fundeadouro é perigoso.
Comprimento da amarra fora do escovém, com o navio fundeado ou amarrado amarra catenaria filame carena.
Para fundos de até 30 metros adota-se uma regra pratica antiga, que indica um filame de quantas vezes a profundidade local 4 a 5 3 a 4 5 a 7 6 a 8.
Forma curva que a amarra toma com o navio fundeado ou amarrado filame amarra catenária fiador.
Área de livre obstrução que um navio necessita para fundear área de giro área de manobra área de fundeio área de amarração.
Local em que as embarcações podem fundear, geralmente determinados nas cartas náuticas dique ou fundeadouro fundeadouro ou ancoradouro área de fundeio cais.
Quais são as formas de amarrar um navio á boia pela espia, fiador e âncora pelo fiador, virador e por um cabo qualquer pelo fiador, amarra e virador pelo virador, cabo de reboque e fiador.
Para os navios leves, como os contratorpedeiros, recomenda-se um virador de aço de quantas polegadas de bitola 1 a 2 3 a 4 2,5 a 3 3,5 a 5.
A manobra de amarrar o navio a boia comumente e auxiliada por uma lancha a cerca de quantos metros de distancia 1000 500 300 800.
A manobra de amarrar o navio a boia consiste em 3 fases quais preparar o navio, pegar a boia e amarrar o navio á boia amarrar o navio á boia, preparar o navio e pegar a boia pegar a boia, amarrar o navio á boia e preparar o navio preparar o navio, amarrar o navio a boia e pegar á boia.
Nome que se dá a um virador ou espia, cujo chicote se faz fixo no anete do ferro ou no seio da amarra. rocegar fundear regeira amarrar o navio.
Faina que se executa para buscar qualquer objeto que se perde no fundo do mar e nas operações de pesquisa rocegagem regeira busca de fundo pesquisa de fundo.
Os lingotes de ferro na faina de rocega devem estar com espaçamento de 3 em 3 metros 1 em 1 metro 2 em 2 metros 4 em 4 metros.
A parte de rocega guarnecida por pesos, poderá ser substituida por uma corrente ou amarreta de qual tamanho 30 a 40 metros 50 a 80 metros 50 a 70 metros 20 a 30 metros.
Na rocega por fateixa ou busca vidas fixa ao anete da fateixa o chicote de uma corrente de quantos metros de comprimento 4 a 5 metros 2 a 3 metros 5 a 6 metros 7 a 8 metros.
A estrutura do casco do navio se divide em 2 partes quais ossada ou esqueleto e forro exterior forro exterior e casco bojo , forro exterior e esqueleto esqueleto ou ossada e borda.
É constituida por uma combinação de vigas longitudinais , vigas transversais e reforços locais casco do navio forro exterior ossada cavernas.
Viga longitudinal mais importante da estrutura do casco do navio, peça que sofre maior esforço quando docado sobrequilha pés de carneiro vaus quilha.
Peça semelhante á quilha, assentada sobre as cavernas mantendo-as em sua posição quilha longarinas vaus sobrequilha.
São vigas dispostas no sentido popa a proa, colocadas no fundo do casco e ligando as cavernas entre si vaus buçardas longarinas tricaniz.
São vigas longitudinais colocadas na altura dos pavimentos, popa a proa e que servem para amarrar os vaus entre si sicordas baliza tricaniz longarinas.
É uma fiada de chapa de ferro normalmente de maior espessura que as demais, posicionada em cada pavimento junto ao costado quilha sicordas tricaniz colar.
Peças curvas que se fixam perpendicularmente na quilha, servindo para dar forma do casco e sustentar o forro exterior cavernas vaus cavernas altas hastilhas.
Nome dado aos braços das cavernas cambotas baliza hastilha vaus.
Chapas colocadas verticalmente no fundo do navio, em cada caverna aumentando sua altura deste na parte em que se estende da quilha ao bojo melhorando sua fixação e aumentando sua resistencia vaus longarinas hastilhas baliza.
Vigas transversais colocadas de BB a BE, em cada caverna, servindo para atracar as balizas entre si pés de carneiro lata vaus almeida.
São cavernas que armam a popa do navio determinando a configuração da almeida cambotas alheta grinalda almeida.
São colunas que servem para suportar os vaus aumentando a rigidez da estrutura baliza latas colar pés de carneiro.
São os vaus do porão, mais espaçosos do que os outros e que nao recebem assoalho vaus colar buçardas vaus secos.
São vaus que não são continuos de BB a BE colocados na altura de uma escotilha vaus secos vaus latas travessas.
Pedaço de cantoneira ou chapa colocada em torno de um ferro perfilado uma cantoneira ou tubo que atravessa o chapeamento, a fim de tornar estanque a junta, ou cobrir a abertura latas cadaste colar grinalda.
Peças horizontais que se colocam no bico de proa ou popa contornados-as por dentro de BB ou BE servem para da maior resistencia a essas partes do navio colar pés de carneiro buçardas travessas.
Ferros perfilados dispostos horizontalmente nas anteperas a fim de reforça-las buçardas travessas pés de carneiro cantoneira de contorno.
Peça de metal que se coloca em torno de um tubo, escotilha e etc com o fim de manter a estanqueidade da junta colar cantoneira de contorno diamante gola cantoneira.
Peça de ferro em meia cana ou peça fundida que contorna uma abertura qualquer para reforça o local cantoneira de contorno travessas gola cantoneira buçardas.
Corpo do navio sem mastreação, acessórios ou qualquer arranjo forro exterior ossada esqueleto casco do navio.
Parte curva do costado, de um e de outro bordo, junto á roda de proa. é também qualquer direção entre a proa e o través alheta bochechas amura borda.
Parte curva do costado, de um e de outro bordo junto á popa bochecas bojo costado alheta.
Limite superior do costado, que pode terminar a altura do convés borda bojo grinalda almeida.
Parte da carena formado pelo contorno de transição entre sua parte quase horizontal, ou fundo do navio e sua parte quase vertical bojo costado borda almeida.
Parte superior do painel de popa almeida grinalda alheta bochechas.
Parte curva do costado do navio, na popa , logo abaixo do painel e que se forma com ele um angulo obtuso ou uma curvatura grinalda cambotas almeida bojo.
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